Perguntas frequentes
Antes de começar, perguntar também ajuda.
Reunimos as dúvidas mais habituais para que possa conhecer a Minifunkids com calma, sem tecnicismos desnecessários e sem prometer o que ainda não combinámos.
Procurar uma respostaSobre a Minifunkids
4 perguntas para se orientar
O que é exatamente a Minifunkids? +
A Minifunkids desenvolve experiências de realidade virtual orientadas para a aprendizagem, a participação e o acompanhamento de pessoas com diferentes necessidades. Juntamos jogo, tecnologia e um olhar inclusivo para criar propostas que os profissionais podem adaptar a cada contexto.
Em que se diferencia de uma aplicação genérica de realidade virtual educativa? +
O ponto de partida não é simplesmente usar uns óculos de realidade virtual, mas sim propor experiências com intenção educativa ou de acompanhamento, objetivos compreensíveis e a participação ativa de um profissional ou de uma pessoa de referência.
Que competências se podem trabalhar? +
Consoante a experiência, podem ser trabalhadas a atenção, a classificação, a coordenação, a orientação espacial, a discriminação visual, a regulação sensorial e outras competências ligadas à participação no dia a dia.
A Minifunkids substitui uma terapia, um profissional ou o trabalho educativo? +
Não. É uma ferramenta de apoio que pode complementar propostas educativas, terapêuticas ou de acompanhamento. Nunca substitui a avaliação, o critério nem a intervenção dos profissionais.
Para quem é
5 perguntas para se orientar
A quem se dirigem as experiências? +
Estão pensadas para escolas, profissionais, entidades, famílias e projetos que procuram novas formas de acompanhar a aprendizagem e a participação, especialmente quando existem necessidades de apoio específicas.
Há uma idade mínima ou máxima? +
A adequação depende da pessoa, da experiência, do dispositivo utilizado e das recomendações do fabricante. Antes de começar, convém avaliar cada caso com o profissional responsável e confirmar os requisitos concretos do equipamento.
Está pensado apenas para crianças? +
Embora a infância esteja na origem da Minifunkids, algumas propostas podem fazer sentido noutras fases da vida, incluindo pessoas adultas ou idosas, desde que o conteúdo, o objetivo e o acompanhamento sejam adequados.
Pode ser utilizado com pessoas autistas ou com outras formas de neurodivergência? +
Pode ser considerado como recurso de apoio quando o ambiente, os estímulos e a dinâmica se ajustam às necessidades e preferências de cada pessoa. O diagnóstico, por si só, não determina se uma experiência é adequada.
Trabalham apenas com escolas ou também com famílias e entidades? +
A Minifunkids pode conversar com escolas, profissionais, associações, administrações, entidades e famílias para estudar o formato que melhor se ajusta a cada situação.
Como funciona
6 perguntas para se orientar
De que equipamento preciso? +
As experiências imersivas requerem um dispositivo de realidade virtual compatível. O modelo concreto, os acessórios necessários e as condições técnicas devem ser confirmados antes de propor uma implementação.
Preciso de conhecimentos prévios de realidade virtual? +
Não são precisos conhecimentos técnicos avançados. A implementação deve ser clara e adaptada à experiência prévia do centro, do profissional ou da pessoa que vai acompanhar a atividade.
É preciso ligação à internet? +
Depende da experiência, da configuração do dispositivo e do formato de utilização. Este requisito é confirmado em cada proposta antes de iniciar uma demonstração ou uma implementação.
De que espaço preciso? +
É preciso um ambiente seguro, desimpedido e adequado ao tipo de experiência. O espaço concreto e as medidas de segurança dependem do equipamento utilizado e da mobilidade da pessoa participante.
Quanto tempo dura uma sessão? +
Não existe uma duração universal. A sessão deve ajustar-se ao objetivo, à tolerância sensorial, ao nível de atenção, ao bem-estar da pessoa e às recomendações do dispositivo.
Como é uma experiência da Sala de Aula Imersiva VR? +
A Sala de Aula Imersiva VR apresenta uma sala de aula reconhecível com quatro dinâmicas de classificação: tipo de objeto, tamanho, cor e direção esquerda-direita. Cada proposta é realizada acompanhando a pessoa ao seu próprio ritmo.
Acompanhamento e segurança
6 perguntas para se orientar
A pessoa participa sozinha ou acompanhada? +
A proposta deve contar com o acompanhamento de uma pessoa responsável que conheça o contexto, explique a dinâmica, observe como está o participante e possa interromper a experiência sempre que necessário.
O que acontece se a pessoa se sentir desconfortável ou não quiser continuar? +
A experiência é interrompida. A participação deve ser voluntária e respeitar o ritmo, as preferências e o bem-estar de cada pessoa; nunca se força a exposição nem se transforma a atividade numa exigência.
Como se adapta a experiência às necessidades de cada pessoa? +
O profissional ou a pessoa responsável avalia o objetivo, o tempo de exposição, a forma de introduzir a atividade e os apoios necessários. As possibilidades concretas de personalização são revistas em cada experiência.
Existem situações em que a realidade virtual não é recomendável? +
Sim. A adequação deve ser avaliada individualmente, tendo em conta a saúde, as condições sensoriais, as recomendações profissionais e os avisos do fabricante do dispositivo. Em caso de dúvida, consulte antes de utilizar.
Como são tratados a privacidade e os dados pessoais? +
Antes de qualquer utilização, devem ser definidos os dados tratados, a finalidade, os responsáveis, as autorizações necessárias e as medidas de proteção. As condições concretas são explicadas na documentação e na política de privacidade aplicáveis.
É possível garantir um resultado concreto? +
Não seria responsável prometer o mesmo resultado para todas as pessoas. A utilidade de cada experiência depende do contexto, dos objetivos, do acompanhamento e da resposta individual.
Demonstrações e implementação
5 perguntas para se orientar
Como podemos pedir uma demonstração? +
Escrevam-nos através do formulário de contacto e contem-nos quem são, qual é o vosso contexto e o que gostariam de explorar.
Respondemos no máximo em 48 horas e, nessa mesma resposta, combinamos o dia e a hora da demonstração.
Podemos fazer um projeto-piloto? +
Podemos conversar sobre um teste adaptado ao vosso centro ou projeto. O seu alcance, duração, condições e acompanhamento devem ser definidos em conjunto antes de começar.
Quanto custa a Minifunkids? +
O preço depende do tipo de experiência, do formato de colaboração, do equipamento e das necessidades de cada projeto. O adequado é estudar o caso e preparar uma proposta ajustada, sem publicar valores que ainda não estejam fechados.
Inclui formação ou acompanhamento técnico? +
A formação inclui a utilização básica dos óculos de realidade virtual e a utilização da experiência contratada: o necessário para que a equipa do centro a possa pôr em marcha e orientar de forma autónoma desde o primeiro dia.
Se o centro precisar de acompanhamento para além disso, concretiza-se na proposta.
Trabalham apenas na Andaluzia? +
A Minifunkids tem origem na Andaluzia, mas o alcance de cada colaboração depende do projeto e do formato de acompanhamento. O melhor é dizerem-nos onde estão para avaliarmos as possibilidades.
Sobre a NeuroKids
3 perguntas para se orientar
O que é a NeuroKids? +
A NeuroKids é a newsletter da Minifunkids: um espaço de divulgação com ideias sobre desenvolvimento infantil, neurodiversidade, aprendizagem e acompanhamento, a partir de uma perspetiva próxima e respeitosa (em espanhol).
Onde posso ler as edições anteriores? +
As edições publicadas estão disponíveis na biblioteca NeuroKids deste site (em espanhol), organizadas para que as possa consultar quando quiser.
Como posso receber as próximas edições? +
Pode aceder à página de subscrição e deixar preparado o pedido de inscrição. Na versão definitiva ligaremos o sistema ao mecanismo de envio que a Minifunkids definir.