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Realidade virtual para autismo (PEA)

Realidade virtual para autismo,
sempre ao seu ritmo.

Experiências de realidade virtual inclusiva para que escolas, terapeutas e docentes acompanhem crianças e jovens autistas num ambiente previsível, com estímulos ajustáveis e um profissional ao lado em todos os momentos.

Um adulto guia as mãos de uma criança nos comandos de realidade virtual enquanto ela usa os óculos da Minifunkids
Sessão acompanhada
Nunca se forçaSe não apetecer, para-se
Um ambiente previsívelCenários reconhecíveis e dinâmicas claras, que se podem antecipar
Estímulos à medidaO profissional decide que experiência, durante quanto tempo e com que apoios
Sempre com alguém ao ladoUm profissional acompanha e pode parar a experiência

Porquê realidade virtual?

Porque é que a realidade virtual
pode ajudar no autismo.

Muitas pessoas autistas sentem-se mais seguras quando sabem o que vai acontecer e quando o ambiente não as sobrecarrega. A realidade virtual permite exatamente isso: criar cenários controlados, que se repetem da mesma forma de cada vez, em que o profissional escolhe a atividade, ajusta a duração e acompanha cada passo. Além disso, o formato de jogo costuma motivar e ajuda a manter a atenção.

Não é uma terapia por si só nem substitui ninguém: é uma ferramenta de apoio que a equipa integra na sua intervenção habitual, avaliando sempre se é adequada a cada pessoa. O diagnóstico, por si só, não determina se uma experiência é apropriada.

Antecipação

Cenários reconhecíveis, como uma sala de aula, e dinâmicas que se podem explicar e mostrar antes de começar.

Atenção

Pequenos desafios de observar, comparar e decidir que convidam a manter o foco durante a atividade.

Exploração sensorial

Estímulos visuais e sonoros que o profissional pode introduzir de forma gradual e respeitosa.

Coordenação e autonomia

Alcançar, apanhar e classificar objetos com os comandos, ao seu ritmo e celebrando cada acerto.

O que diz a ciência

Sem promessas,
com factos.

A investigação sobre realidade virtual e autismo cresce todos os anos. Revisões científicas recentes encontram melhorias nas competências sociais e no reconhecimento de emoções em crianças e adolescentes autistas, sobretudo com programas de várias semanas e bem acompanhados. Também referem que os estudos ainda são pequenos e muito diferentes entre si, e que algumas pessoas podem sentir tonturas, cansaço visual ou sobrecarga sensorial com os óculos. Por isso o contamos assim: um campo promissor, que continua a ser investigado, em que cada caso é avaliado individualmente.

Segurança e bem-estar

As revisões pedem sessões acompanhadas, voluntárias e atentas à tolerância sensorial de cada pessoa. É assim que trabalhamos.

Como é uma sessão

Três passos.
E o seu ritmo manda sempre.

Cada sessão é preparada a pensar na pessoa, não na tecnologia.

Antecipamos

O profissional explica o que vai acontecer, mostra os óculos e a atividade, e escolhe a experiência que melhor se adapta aos seus interesses e objetivos.

Exploramos

A pessoa entra no ambiente virtual com alguém ao lado que guia, adapta e observa como se sente em todos os momentos.

Observamos e ajustamos

Vemos o que a motiva e que capacidades entram em jogo para decidir como continuar. Se se sentir desconfortável, a experiência para.

Para a equipa

Incluímos formação na utilização dos óculos e da experiência, para que o centro a possa pôr em prática de forma autónoma.

Profissionais que já a utilizam

O olhar de quem
trabalha com neurodiversidade.

Perguntas frequentes

Realidade virtual e autismo:
o que mais nos perguntam.

A realidade virtual é boa para crianças com autismo?

Pode ser um bom recurso de apoio quando o ambiente, os estímulos e a dinâmica se adequam às necessidades e preferências de cada criança. A investigação mostra resultados promissores, sobretudo nas competências sociais e na atenção, mas não há uma resposta única: cada caso é avaliado pelo profissional que a acompanha.

Substitui a terapia ou o trabalho do profissional?

Não. A Minifunkids é uma ferramenta que complementa a intervenção educativa ou terapêutica. Nunca substitui a avaliação, o critério nem o trabalho dos profissionais.

Pode provocar sobrecarga sensorial?

Pode acontecer, tal como com outros estímulos. Por isso as sessões são voluntárias, adaptam-se à tolerância sensorial de cada pessoa e há sempre alguém ao lado. Se a pessoa se sentir desconfortável ou não quiser continuar, a experiência para.

A partir de que idade se pode utilizar?

Depende da pessoa, da experiência e das recomendações do fabricante dos óculos. Antes de começar, convém avaliar cada caso com o profissional responsável.

Quanto tempo dura uma sessão?

Não há uma duração universal. A sessão ajusta-se ao objetivo, ao nível de atenção, à tolerância sensorial e ao bem-estar de cada pessoa.

De que precisa um centro para começar?

Uns óculos de realidade virtual compatíveis, um espaço seguro e desimpedido, e vontade de experimentar. Incluímos formação na utilização dos óculos e da experiência. O melhor é começar com uma demonstração no vosso centro, sem compromisso.

Tem mais alguma dúvida? Consulte todas as perguntas frequentes ou conheça as nossas áreas de trabalho.

Para centros, associações e profissionais

Vemos como funciona
no vosso centro?

Se trabalham com crianças ou jovens autistas numa escola, numa associação, numa clínica ou num consultório, mostramos-vos sem compromisso.

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